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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

o inglês Lewis Hamilton ,campeão 2008 de Formula 1,foto, Galeria de Fotos,


Clik nas imagens e vejas em tamanho original
fica melhor para cofialas




Lewis Hamilton











o inglês Lewis Hamilton









Lewis Hamilton








Lewis Hamilton


INTRODUÇÃO

Idolatrado por alguns, considerado arrogante por outros, o inglês Lewis Hamilton passou de um estreante promissor a campeão em apenas duas temporadas. Derrotou adversários fortes como Felipe Massa, Robert Kubica e Kimi Raikkonen para se tornar o mais jovem campeão mundial da história.

Suas manobras na pista e algumas declarações polêmicas não tiram o brilho da performance do inglês, que demonstrou velocidade, coragem e muito talento ao longo desta temporada.

A façanha de Hamilton não passa em branco no LANCENET!. Preparamos um especial com a trajetória do inglês antes da Fórmula 1, a polêmica temporada de estréia em 2007, quando entrou em guerra com Fernando Alonso e todos os capítulos da temporada que o consagrou. Você também pode ver imagens do piloto dentro e fora de seu McLaren.

Bom proveito, internauta!

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Lewis Hamilton











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Lewis Hamilton








Lewis Hamilton


INTRODUÇÃO

Idolatrado por alguns, considerado arrogante por outros, o inglês Lewis Hamilton passou de um estreante promissor a campeão em apenas duas temporadas. Derrotou adversários fortes como Felipe Massa, Robert Kubica e Kimi Raikkonen para se tornar o mais jovem campeão mundial da história.

Suas manobras na pista e algumas declarações polêmicas não tiram o brilho da performance do inglês, que demonstrou velocidade, coragem e muito talento ao longo desta temporada.

A façanha de Hamilton não passa em branco no LANCENET!. Preparamos um especial com a trajetória do inglês antes da Fórmula 1, a polêmica temporada de estréia em 2007, quando entrou em guerra com Fernando Alonso e todos os capítulos da temporada que o consagrou. Você também pode ver imagens do piloto dentro e fora de seu McLaren.

Bom proveito, internauta!

Lula elogia, 'avanços' da, Constituição do Brasil

Lula elogia, 'avanços' da, Constituição do Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao discursar hoje no plenário da Câmara, afirmou que, depois de eleito presidente da República, teve a consciência de que a Constituição Brasileira "é parlamentarista", embora o regime seja "presidencialista". Disse que, mesmo assim, o texto constitucional "é um avanço", pois permite que um presidente seja eleito, como ele, e tome posse normalmente, e que um presidente seja cassado sem que nada aconteça de anormal. Lula concluiu o pronunciamento puxando palmas à Constituição de 1988.


O presidente observou que, antes dele, na cerimônia de hoje - de comemoração dos 20 anos da aprovação da Constituição -, "falaram menores de rua, prostitutas, homossexuais, desempregados, representantes do campo." Afirmou que a Constituição foi tão importante para ele que "nunca mais quis ser deputado, apenas constituinte." O presidente afirmou que as constituições anteriores "eram diferentes", pois "representavam apenas interesses de pequenos oligarcas."


Lula, que era líder do PT durante os trabalhos de elaboração e votação da Constituição, lembrou o episódio em que os petistas decidiram votar contra a aprovação do texto constitucional. Recordou que havia "um grupo radical" no partido que era contra assinar o texto. O presidente relatou ter dito, na ocasião: "'Não. Nós estamos aqui há dois anos, ganhando salário, com toda a máquina (pública) à nossa disposição, e agora não vamos registrar o filho? Vamos assinar, sim.' E todo mundo assinou."


Ele lembrou também da determinação com que o então presidente da Câmara e do Congresso Constituinte, deputado Ulysses Guimarães, punha os parlamentares para trabalhar e votar os textos. Lula disse que ficava "admirado" com a atitude de Ulysses, que passava uma semana em casa, negociando e, quando voltava ao Congresso, colocava tudo em votação, ininterruptamente, "e ninguém entendia direito" o que estava acontecendo.

Após escândalo, chefe do Exército colombiano renuncia, politica, ,Galeria de Fotos, foto,


Após escândalo, chefe do Exército colombiano renuncia


BOGOTÁ

O comandante do Exército colombiano, general Mario Montoya, renunciou na terça-feira depois de uma investigação ter ligado vários oficiais das Forças Armadas ao desaparecimento de homens que mais tarde foram assassinados a tiros, jogados em uma vala comum e dados como mortos em combate.
O escândalo já obrigou o presidente da Colômbia, Alvaro Uribe, a afastar 27 oficiais das Forças Armadas. Ao mesmo tempo, a Organização das Nações Unidas (ONU) e grupos de defesa dos direitos humanos pedem que o país coloque fim aos episódios em que membros de forças de segurança matam civis a fim de inflar seu currículo de batalha.
Montoya, um dos oficiais mais antigos da Colômbia, havia comandado os recentes sucessos militares do governo Uribe no combate aos rebeldes da guerrilha Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), o mais antigo grupo do tipo na América Latina. Os militares colombianos contam com o apoio maciço dos EUA.
"Eu passei 39 anos da minha vida servindo meu país e hoje posso dizer que essa jornada chegou ao fim", afirmou o general a repórteres, conclamando os colombianos a aguardarem pelo final das investigações antes de condenarem os soldados pelas mortes.
Uribe anunciou o recente expurgo nas fileiras militares depois de uma investigação ter ligado os oficiais à morte de ao menos 11 jovens que desapareceram de um bairro pobre das cercanias de Bogotá e cujos corpos foram mais tarde encontrados em uma vala comum localizada a centenas de quilômetros dali, perto da fronteira com a Venezuela.
As famílias deles afirmam que os jovens receberam um oferta para trabalhar no nordeste da Colômbia. A proposta teria sido feita por um grupo desconhecido. As Forças Armadas, no entanto, disseram inicialmente que os corpos pertenciam a combatentes mortos em conflito. Até 19 cadáveres já foram encontrados nas valas comuns.
O gabinete do procurador-geral da Colômbia investiga o caso dos 11 jovens, mas ninguém foi preso ou acusado pelos assassinatos até agora.
Uribe, cujo governo recebeu bilhões de dólares em ajuda militar dos EUA, conta com um grande índice de aprovação popular devido às ações de combate a guerrilheiros e paramilitares.
O número de casos de violência nas cidades e nas estradas colombianas caiu recentemente e o investimento estrangeiro aumenta.
No entanto, milhares de pessoas continuam a ser expulsas de suas casas todos os anos na zona rural, onde a presença do Estado é tênue e, segundo grupos de defesa dos direitos humanos, o número de execuções ilegais cresce enquanto as Forças Armadas vêem-se sob pressão para mostrar resultados na luta contra os guerrilheiros.

SAIBA MAIS-Principais metas do Partido Democrata no Congresso

SAIBA MAIS-Principais metas do Partido Democrata no Congresso
(Reuters) - O Partido Democrata ampliou seu controle sobre o Congresso dos Estados Unidos na eleição de terça-feira, se colocando em condição para agir nas propostas de campanha do presidente eleito Barack Obama.
Veja abaixo algumas das prioridades dos democratas:
* A presidente da Câmara do Representantes (deputados), Nancy Pelosi, uma democrata da Califórnia, afirma que o principal objetivo será estabelecer um prazo para a retirada das tropas dos EUA do Iraque, o que liberaria mais militares norte-americanos para atuar no combate a militantes no Afeganistão e em outros países.
* Os democratas querem reverter o que eles vêem como anos de regulação federal inadequada sobre a indústria financeira, o que teria ajudado a causar a atual crise em Wall Street e a execução recorde de hipotecas imobiliárias.
* Estimular a economia. Isso pode ser feito, em parte, gastando bilhões de dólares na contratação de pessoas para reconstruir estradas e pontes antigas dos Estados Unidos, assim como reformar sistemas de esgoto. Obama também quer cortar impostos para a classe média e as empresas, que, segundo ele, são encorajadas a deixar o país levando consigo vários empregos de norte-americanos.
* Ampliar o sistema público de saúde, talvez começando com a aprovação de um projeto vetado pelo atual presidente George W. Bush que prevê uma maior participação federal no programa de atendimento a crianças.
* Levar os Estados Unidos rumo à independência energética, incentivando empresas petrolíferas a perfurar mais onde elas já estão, aumentar a conservação, acelerar o desenvolvimento de fontes de energia alternativas e coibir os especuladores no mercado de petróleo, culpados em parte pela escalada nos preços vista este ano.
* Aprovar a legislação vetada por Bush que prevê a expansão do investimento federal para pesquisas com células-troncas embrionárias.
* Após oito anos de nomeações de conservadores de direita contrários ao aborto para as cortes federais, Obama gostaria de nomear juízes mais moderados e liberais.
* Criar uma legislação que permita aos trabalhadores se organizarem caso uma maioria deles decida participar de um sindicato. Isso permitiria que eles impedissem as eleições com voto secreto, que alguns críticos dizem ser manipuladas pelos empregadores.

Ao reconhecer derrota, McCain promete ajudar Obama, Obama, politica, Galeria de Fotos, foto,


Ao reconhecer derrota, McCain promete ajudar Obama



PHOENIX

O republicano John McCain parabenizou o democrata Barack Obama pela vitória na eleição presidencial norte-americana na terça- feira, afirmando que "o povo americano falou", e prometeu ajudar seu antigo rival a lidar com os principais desafios do país.
McCain falou a simpatizantes em um discurso emocionado num hotel de Phoenix após ligar para Obama e reconhecer a derrota. Mais tarde, o democrata disse que a conversa telefônica com McCain foi "extremamente graciosa".
"Chegamos ao final de uma grande jornada. O povo americano falou, e falou claramente", disse McCain.
"O senador Obama conseguiu algo extraordinário para si próprio e para o país. Eu o aplaudo por isso."
O senador pelo Arizona, de 72 anos, fez um apelo para que todos os norte-americanos -- inclusive seus simpatizantes -- apóiem Obama. McCain acrescentou que planeja ajudar o presidente eleito a lidar com as diversas questões enfrentadas pelos EUA.
"É natural, nessa noite, sentirmos alguma frustração. Mas amanhã, temos de deixar isso para trás e trabalharmos juntos para fazer nosso país andar novamente", disse McCain a simpatizantes, interrompendo a fala e pedindo "por favor" para que a platéia parasse de vaiar a cada menção que fazia a Obama.
Muitos partidários de McCain disseram esperar que Obama elevasse os impostos e expusesse o país a um ataque terrorista.
"Até onde eu sei, Obama vai tirar todos os meus direitos e a minha liberdade", disse a estudante universitária Kristen Keogh.
Muitos integrantes da platéia que acompanharam o discurso de McCain disseram que os eleitores foram seduzidos pelo discurso de mudança de Obama e não consideraram um candidato que, segundo eles, tem longo histórico de independência.
"As pessoas foram capturadas pelo carisma, elas foram pegas por um ideal oposto à realidade", disse a pedicure Tanya Pfitzer.

Tropas dos EUA querem que Obama as traga de volta,Irã manda aviso a militares dos EUA após vitória de Obama, tropo,Central de Ajuda: como usar, como


Tropas dos EUA querem que Obama as traga de volta



BAGDÀ ! ! !

Ao observar o resultado das eleições que colocaram Barack Obama como seu futuro Comandante-em-chefe, os soldados norte-americanos no Iraque disseram que esperam pelo cumprimento da promessa do democrata de levá-los de volta para casa rapidamente e com responsabilidade.
O café-da-manhã já estava sendo servido em Bagdá, nesta quarta-feira de manhã, quando as urnas estavam sendo fechadas nos EUA, ainda na noite de terça-feira. E na base de operações avançada Prosperity todos os olhos na 2a Brigada de Combatentes estavam voltados para a enorme televisão na sala de jantar.
Alguém vibrou quando a rede NBC declarou a eleição definida, mas a maioria dos militares ficou calada, olhando seu novo presidente enquanto comia seus ovos.
"Qual soldado diria que não quer ir para casa? Eu tenho mulher e quatro filhos. Eu quero ir para casa. Mas uma coisa todos nós queremos ter certeza, que os amigos que nós perdemos aqui não foram à toa", disse o capitão Ryan Morrison, de Colorado Springs.
"Temos que sair com responsabilidade. Tenho a sensação que ele quer fazer isso com responsabilidade", acrescentou o capitão.
Em sua campanha rumo à Casa Branca, Obama prometeu retirar os combatentes norte-americanos do Iraque dentro de 16 meses a partir do momento em que assumisse o governo. A princípio, a proposta pareceu ousada quando feita no ano passado, mas agora coincide com a data defendida pelo governo iraquiano.
"Estou animado. Ele será o presidente e ele vai nos tirar daqui", disse o sargento de primeira-classe Norman Brown. "Se McCain tivesse vencido, nós ficaríamos aqui por anos, e isso quer dizer muitos anos. Eu reconheço que até as pessoas daqui não nos querem aqui."
Com os índices de violência no Iraque em queda --os últimos meses tiveram os mais baixos números de mortes tanto de civis iraquianos como de soldados dos EUA desde o início da guerra-- o povo iraquiano espera que os mais de 150 mil militares norte-americanos deixem logo o país.
"Como iraquiano, estou pedindo a Obama para cumprir sua promessa sobre a retirada das forças de segurança da nossa terra", disse Baqi Naqid, um jornalista de Bagdá. "Nós não precisamos de uma ocupação."
Neste momento, o governo iraquiano negocia um acordo de segurança com o governo George W. Bush que pode determinar o fim de 2011 como data final para a saída dos militares norte-americano. Mas alguns iraquianos temem que a violência volte a crescer caso as tropas deixam o país rápido demais.